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A Internet assume um papel preponderante na era da informação e da globalização em que hoje vivemos.Nessa conformidade a Casa de Macau, em Portugal, não pode deixar de dar resposta ao desafio colocado pelas novas tecnologias, para assim estar mais próximo do que constitui a razão da existência da nossa Casa – a Comunidade Macaense.
Almoços às 4ªs feiras
“Comizaina na Casa de Macau” 2016 {yoogallery src=[/images/stories/gastronomia/almocos-4as-feiras/almocos-abril-2016/]=[polaroid]} {yoogallery src=[/images/stories/gastronomia/almocos-4as-feiras/almocos-fevereiro-marco2016/]=[polaroid]} 2015 {yoogallery src=[/images/stories/gastronomia/almocos-4as-feiras/almocos-2015/]=[polaroid]}
José Joaquim Monteiro
De seu nome José Joaquim Monteiro, este beirão nasceu a 10 de Fevereiro de 1913 no concelho de Tabuaço, mais precisamente na freguesia de Pereiro, tendo sido criado em Estarreja, no distrito de Aveiro.
Verdadeiro andarilho, com apenas 5 anitos emigrou para o Brasil na companhia da avó paterna, tendo por permanecido até aos 11 anos, altura em que regressou a Portugal, tendo, em Lisboa, trabalhado como marceneiro.
Homem simples e sem grandes estudos, era, porém, dotado duma rara sensibilidade e uma enorme vontade de vencer. Nada o desanimava e ao longo da vida evidenciou sempre capacidade para, nas adversidades encontrar, numa lufada de humor, algo de positivo. O cumprimento do serviço militar levou-o a Macau onde chegou em 2 de Novembro de 1937. Era soldado corneteiro da Companhia de Metralhadora, instalada no Quartel de S. Francisco. Daí ser também conhecido pela designação de “o poeta-soldado”.
Francisco de Carvalho e Rêgo
Este conimbricence, nascido em 1898 e falecido em Lisboa, em 1960, residiu em Macau durante quatro décadas. Aí desenvolveu intensa actividade cultural, quer do âmbito da docência, quer da…
Henrique Rodrigues de Senna Fernandes
Natural de Macau onde nasceu em 15 de Outubro de 1923, licenciou-se em Direito em 1952, na Universidade de Coimbra, terra que o marcou profundamente e o moldou no sentido de se deleitar com os prazeres da vida que, como uma vez disse, lhe “permitiram gozar o delicioso perfume das magnólias”.
No início dos anos cinquenta, regressou à sua amada terra. Exerceu a advocacia e a docência, o que lhe permitiu lidar com centenas de jovens macaenses os quais, dada a sua capacidade nata para comunicar, soube cativar e incentivar, de forma indelével, na prossecução de estudos. Todos os seus antigos alunos o recordam com saudade.
José Inocêncio dos Santos Ferreira
Figura popular da nossa terra, onde viu a luz do dia em 28 de Julho de 1919, Santos Ferreira, vulgo “Adé”, começou por exerceu funções de amanuense na Repartição de Obras Públicas, donde, em 1943, transitou para os Serviços de Saúde e em 1956 para o Liceu de Macau onde, em 1964, se aposentou como Chefe da Secretaria. Após a aposentação assumiu as funções de Secretário da Sociedade de Turismo e Diversões de Macau (STDM), exercendo-as com a maior simplicidade e a par doutras actividades de âmbito desportivo, cultural e filantrópico. O seu maior prazer era estar com os amigos e poder ajudar os mais carenciados.
Camilo de Almeida Pessanha
Natural de Coimbra, onde nasceu em 1867 e se bacharelou em Direito, viria a fixar residência em Macau no ano de 1894 e, vitimado pelo ópio, aí falecer de pneumonia pulmonar, aos 59 anos e no primeiro dia de Março de 1926.
Figura inteligente e dotado de invulgar memória, exerceu em Macau a docência no, então, recém-criado (1893) Liceu, a advocacia, com raro brilhantismo, bem como as funções de Conservador do Registo Predial.
Luis Gonzaga Gomes
Ilustre macaense, nasceu em 1907 e faleceu na sua terra em 1976.
Personagem plurifacetada, dotada duma enorme sensibilidade para a arte e literatura, postulou, toda a vida, uma simplicidade franciscana. Filólogo por excelência, foi, durante duas décadas, Professor do Ensino Primário e Director da Escola Pedro Nolasco da Silva, assumindo-se, desde muito novo, como um esclarecido conhecedor da língua e da cultura chinesa.
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